Declaração da Marcha Mundial das Mulheres
Neste
8 de março, nós, as mulheres da Marcha Mundial das Mulheres, seguimos
marchando, resistindo, e construindo um mundo para nós, os outros, os
povos, os seres vivos e a natureza. Nossas ações continuam enfrentando
embates com o paradigma mortal do capitalismo, com suas falsas soluções
para as crises e com a ideologia fundamentalista conservadora.
Vivemos
uma crise do sistema capitalista, racista e patriarcal que, para se
sustentar, impõe brutais “medidas de austeridade” que obrigam a nós, os
povos, a pagar por uma crise que não provocamos: são cortes nos
orçamentos de todos os serviços sociais, diminuição de salários e de
pensões, estímulo a guerras e avanço da mercantilização de todas as
esferas da vida. Nós, as mulheres, pagamos o preço mais alto: somos as
primeiras a ser demitidas e, além das tarefas domésticas mais habituais,
somos obrigadas a assumir as funções antes cobertas pelos serviços
sociais. Tais medidas carregam o peso da ideologia patriarcal,
capitalista e racista e são expressão de políticas de incentivo para que
voltemos ao mundo privado, ao mesmo tempo que estimulam o avanço da
prostituição e da venda das mulheres, o aumento da violência contra nós,
o tráfico e as migrações.
Denunciamos a contínua imposição de
acordos de livre comércio, que tentam transformar os bens comuns como
saúde, educação e água em mercadorias, e aprofundam um mercado de
exploração da mão de obra barata nos países do Sul. Recusamos a cultura
do consumo que empobrece mais as comunidades, gerando dependência e
exterminando as produções locais.
Nos solidarizamos com as
mulheres em luta na Europa, especialmente na Grécia mas também em
Portugal, Galicia, Estado Espanhol, Itália e Macedônia, que se estão
organizando para resistir à ofensiva neoliberal e retrógrada promovida
pelas instituições financeiras e políticas, e seus próprios governos, a
serviço dos interesses das corporações transnacionais. Nos solidarizamos
também com todas as mulheres do Sul que enfrentam a fome, a pobreza, a
superexploração do trabalho e a violência, mas que seguem construindo
sua resistência.
Trecho extraído do Jornal Brasil de Fato.
quinta-feira, 8 de março de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Assembleia deliberou novas ações
Em assembleia no dia 09 de fevereiro, em sala do Câmpus
Porto Velho, os servidores do IFRO filiados ao SINASEFE (Sindicato Nacional dos
Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) – Seção Porto
Velho foram favoráveis à adesão à campanha nacional pela jornada de 30 horas
semanais. A reivindicação já está com mobilização por parte da Seção Colorado e
agora ganha mais força com a união de mais uma base sindical em Rondônia.

2. Contratação da assessoria jurídica: Dr. Raul se
apresentou, falou de seu método de trabalho, de sua parceria com o Escritório
Wagner e Associados (que é do SINASEFE Nacional) e também de sua experiência
com o atendimento a outros sindicatos de Rondônia (SINTSPREV, Sindicato dos
Bancários, Sinjur, entre outros). “Advogado é igual médico, tem que ter toda a
documentação/exame para tomar a decisão de um caminho a percorrer”, explicou
ele. Dr. Raul também apresentou o advogado Paulo Francisco, que ficará mais
próximo das necessidades jurídicas do SINASEFE/PVH.
3. Ação de Progressão Docente de 24 para 18 meses;
5. Escolha de delegado da Seção para participar do 26º CONSINASEFE: De acordo com as candidaturas na assembleia, irão para o congresso nacional do SINASEFE os servidores Macário, Ederlan e Érick (representando a diretoria).

Panfletos e outros materiais já circulam pela Reitoria e
Câmpus em benefício dos trabalhadores e comunidade em escolar/administrativa.
Assembleia Geral Extraordinária
Os temas debatidos na Assembleia Geral Extraordinária do dia 09 foram os
seguintes:
1. Informes gerais: incluindo informações de como está a
abertura de conta para que o Sindicato tenha acesso aos valores que estão sendo
descontados no contra-cheque dos filiados; GT das 30 horas semanais; e as
conversações para realização de convênios com o comércio, faculdades, farmácias
e outras entidades de interesse dos servidores.
Quanto aos itens:
3. Ação de Progressão Docente de 24 para 18 meses;
4. Aumento do Auxílio-Alimentação;
Foi repassado o contrato e a procuração para que sejam
preenchidos e devolvidos à direção do Sindicato, que fará o trâmite de início
da ação com apoio do escritório de advocacia.
5. Escolha de delegado da Seção para participar do 26º CONSINASEFE: De acordo com as candidaturas na assembleia, irão para o congresso nacional do SINASEFE os servidores Macário, Ederlan e Érick (representando a diretoria).
Sugestão de Leitura
Confira no link uma sugestão de leitura, em versão eletrônia do livro Obras
Escolhidas, de Karl Marx e Friedrich Engels. É essencial para
todos os trabalhadores e trabalhadoras.
Para acessar, clique AQUI.
Para acessar, clique AQUI.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
SINASEFE/Porto Velho ativo
Pensando em melhor atender às necessidades dos servidores, a direção do SINASEFE, Seção Porto Velho, vem realizando várias atividades. A meta neste primeiro momento é deixar o Sindicato ativo, especialmente no que diz respeito à parte burocrática.
Por isso, após oficializar a entidade - agora está na fase cartorial, para depois poder continuar o trâmite no banco - também a diretoria está buscando informações sobre possíveis convênios com outras entidades/comércio para descontos e facilidades aos sindicalizados.
Na questão jurídica, por diversas vezes o escritório do Dr. Raul abriu as portas para aconselhamentos e para discutir uma possível parceria com atendimento mais efetivo aos Servidores do IFRO. Uma das últimas reuniões foi no dia 24 de janeiro, quando estiveram presentes os membros da diretoria: Tiago, Erick e Rosália (fotos).
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Morre Duvanier Paiva, secretário de recursos humanos do Planejamento
Gustavo Henrique Braga
Publicação: 19/01/2012 10:27 Atualização:
O secretário de
recursos humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira
morreu na noite desta quarta-feira (18/1), aos 56 anos, após sofrer um
infarto. Em nota, a ministra Miriam Belchior disse ter recebido a
notícia com "profundo pesar" e ressaltou o trabalho de Duvanier como
"defensor incansável da democratização nas relações de trabalho,
promotor do diálogo e profissional dedicado".
O velório será realizado no cemitério Campo da Esperança, Capela 2, a partir de 12h30. Às 15h, o corpo será levado para São Paulo.
O velório será realizado no cemitério Campo da Esperança, Capela 2, a partir de 12h30. Às 15h, o corpo será levado para São Paulo.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/33,65,33,3/2012/01/19/internas_economia,286899/morre-duvanier-paiva-secretario-de-recursos-humanos-do-planejamento.shtml
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Salário do professor no Brasil é o 3º pior do mundo
Publicado por Paulo Kautscher em 29 dezembro 2011 às 17:09 em EDUCAÇÃO
CNTE - O professor brasileiro de primário é um dos que mais sofre com os baixos salários.
É o que mostra pesquisa feita em 40 países pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) divulgada ontem, em Genebra, na Suíça. A situação dos brasileiros só não é pior do que a dos professores do Peru e da Indonésia.
Um brasileiro em início de carreira, segundo a pesquisa, recebe em média menos de US$ 5 mil por ano para dar aulas. Isso porque o valor foi calculado incluindo os professores da rede privada de ensino, que ganham bem mais do que os professores das escolas públicas. Além disso, o valor foi estipulado antes da recente desvalorização do real diante do dólar. Hoje, esse resultado seria ainda pior, pelo menos em relação à moeda americana.
Na Alemanha, um professor com a mesma experiência de um brasileiro, ganha, em média, US$ 30 mil por ano, mais de seis vezes a renda no Brasil. No topo da carreira e após mais de 15 anos de ensino, um professor brasileiro pode chegar a ganhar US$ 10 mil por ano. Em Portugal, o salário anual chega a US$ 50 mil, equivalente aos salários pagos aos suíços. Na Coréia, os professores primários ganham seis vezes o que ganha um brasileiro.
Com os baixos salários oferecidos no Brasil, poucos jovens acabam seguindo a carreira. Outro problema é que professores com alto nível de educação acabam deixando a profissão em busca de melhores salários.
O estudo mostra que, no País, apenas 21,6% dos professores primários têm diploma universitário, contra 94% no Chile. Nas Filipinas, todos os professores são obrigados a passar por uma universidade antes de dar aulas.
A OIT e a Unesco dizem que o Brasil é um dos países com o maior número de alunos por classe, o que prejudica o ensino. Segundo o estudo, existem mais de 29 alunos por professor no Brasil, enquanto na Dinamarca, por exemplo, a relação é de um para dez.
Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o salário médio do docente do ensino fundamental em início de carreira no Brasil é o terceiro mais baixo do mundo, no universo de 38 países desenvolvidos e em desenvolvimento. O salário anual médio de um professor na Indonésia é US$ 1.624, no Peru US$ 4.752 e no Brasil, US$ 4.818, o equivalente a R$ 11 mil. A Argentina, por sua vez, paga US$ 9.857 por ano aos professores, cerca de R$ 22 mil, exatamente o dobro. Por que há tanta diferença?
http://www.diariodaclasse.com.br/forum/topic/show?id=3451330%3ATopic%3A56180&xgs=1&xg_source=facebookshare
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Lei 8.112 anotada
O SINASEFE nacional possui em seu site a Lei 8.112, com anotações atualizadas.
Servidor antenado, está sempre informado.
Acesse o arquivo do Sindicato AQUI.
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